A pergunta anterior não tem resposta, se esperamos uma do tipo: está aqui, está ali, pois essa interioridade é a fonte, a nascividade da ressonância da música. A pergunta e a sua resposta, por operarem a partir e dentro da objetividade estão "fora" da dimensão da interioridade aqui em questão.
Mas o que é essa interioridade? Como a pergunta anterior, esta também não tem resposta, se esperamos uma resposta do tipo: é isto, é aquilo. Pois os termos: é isso, é aquilo, apontam para um "objeto" da nossa representação. A interioridade acima insinuada, porém, não é objeto. A essa altura você dirá: Mas se não é objeto, o que é? Não será esta estranha interioridade um puro nada? A objeção trai a radical impotência do nosso saber. Pois o que não se pode trazer à nossa frente como objeto não existe; É nada. O nosso saber é tão impotente que, para falar do nada deve objetivá-lo como algo, dizendo: é nada! T