Até se poderia colocar a questão se nós, com toda a nossa vontade de querer animar a liturgia, não estamos enfraquecendo, sim drogando o vigor da oração?! Quando o coração está fraco, como fazer para revigorá-lo? Efetivando-o de fora com estimulantes excitantes? Não é isso aumetar a inflamação? Não é necessário justamente aqui evitar toda e qualquer excitação, concentrar o pouco de vigor que nos resta no essencial, trabalhar lentamente para que o vigor cresça de dentro para fora? TContinua...